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Notícias em Geral · 01 de julho de 2026 às 22:29

Quarta-feira - 22:30 - Pastor explica como orienta os membros da sua igreja sobre dízimos e ofertas e surpreende internautas. Veja Abaixo

Uma declaração feita durante um culto na 640 Igreja tem repercutido nas redes sociais ao abordar um dos temas mais debatidos entre os cristãos: os dízimos e as ofertas.

Durante a ministração, o pastor Cauã Cedro afirmou que a igreja não ensina que alguém deva contribuir por medo de maldições ou com a expectativa de receber recompensas financeiras de Deus. Segundo ele, a contribuição deve acontecer de forma voluntária, baseada na generosidade, na gratidão e no amor, conforme o ensino de 2 Coríntios 9:7.

O pastor também destacou que, caso um membro da igreja esteja enfrentando dificuldades para pagar contas básicas ou até mesmo para se alimentar, a orientação é procurar a liderança para receber apoio, em vez de se sentir pressionado a contribuir financeiramente.

A fala tem gerado elogios de alguns internautas e também diferentes opiniões entre cristãos nas redes sociais.

O que você pensa sobre essa orientação?


Fonte: fuxicogospel.oficial

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Notícias em Geral · 01 de julho de 2026 às 22:24

Quarta-feira - 22:22 - Deputado quer saber como Bolsonaro admite que seus parceiros o chamem de corno. Veja Abaixo

Subi à tribuna para manifestar minha solidariedade a Michelle Bolsonaro e à senadora Damares Alves diante dos ataques pessoais que vêm sendo dirigidos a elas.

A política pode ser feita com firmeza, divergências e debates duros. Mas transformar a vida pessoal em instrumento de agressão enfraquece o debate público e afasta aquilo que realmente importa para o Brasil.

Nenhuma mulher deve ser alvo de ofensas, insinuações ou campanhas de desmoralização por causa de disputas políticas.

O Brasil precisa de mais respeito, mais responsabilidade e menos ataques pessoais.


Fonte: otonidepaulaoficial

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Notícias em Geral · 01 de julho de 2026 às 22:06

Quarta-feira - 21:54 - Colchões em bancos do calçadão reacendem debate sobre população em situação de rua em Itaperuna.

Colchões colocados sobre bancos do calçadão, na área central de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, reacenderam o debate sobre a população em situação de rua no município.

As imagens, registradas recentemente, mostram espaços públicos sendo utilizados como abrigo improvisado e evidenciam um problema que segue presente no cotidiano da cidade.

A discussão sobre o tema ganhou força nos últimos meses, quando uma audiência pública promovida pelo Ministério Público reuniu representantes da Prefeitura, das secretarias municipais, das forças de segurança, da assistência social, da saúde e de entidades que atuam no acolhimento para debater estratégias de atendimento à população em situação de vulnerabilidade.

De acordo com levantamento da Prefeitura, Itaperuna conta atualmente com 59 pessoas em situação de rua.

Durante a audiência, os participantes destacaram que a questão é complexa e está relacionada a diferentes fatores, como dificuldades econômicas, rompimento de vínculos familiares, dependência química e transtornos mentais.

Representantes dos órgãos envolvidos defenderam a necessidade de ações integradas entre o poder público e a rede de atendimento para enfrentar o problema.

Entre os desafios apontados estão a ampliação das políticas de acolhimento, o fortalecimento da assistência social, o acesso aos serviços de saúde e a criação de oportunidades que favoreçam a reinserção social dessas pessoas.

Os colchões deixados sobre os bancos reforçam a permanência da situação e voltam a expor um debate que vai além da ocupação dos espaços públicos, envolvendo questões sociais e de assistência à população mais vulnerável.

Até o momento, não há informações sobre quem utilizava os colchões quando as imagens foram registradas nem se houve atendimento por parte da rede de assistência social após o registro.

Por Diego Varsi - G1.

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Notícias em Geral · 01 de julho de 2026 às 21:45

Quarta-feira - 21:45 - Damares diz que ataques a Michelle questionaram se a filha dela é realmente filha do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) saiu em defesa da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro nesta quarta-feira (01) e afirmou que ela foi alvo de ataques nas redes sociais após a recente crise envolvendo lideranças do PL. Segundo a parlamentar, publicações com imagens manipuladas por inteligência artificial e mensagens questionando a paternidade de Laura Bolsonaro ultrapassaram os limites do debate político.

Durante a declaração, Damares disse que Michelle e a filha sofreram ataques pessoais e criticou, sem citar nomes, as manifestações que colocaram em dúvida a capacidade das mulheres de votar e ocupar espaços de liderança. A senadora também voltou a criticar o influenciador Paulo Figueiredo, que na semana passada afirmou que "mulheres votam mal" e fez críticas à ex-primeira-dama.

As declarações ocorreram um dia após Michelle deixar a presidência do PL Mulher, em meio à repercussão da divergência pública envolvendo o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em um encontro com lideranças femininas do partido, realizado sem a presença de Michelle, Damares e da governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), Flávio buscou fazer acenos ao eleitorado feminino.

Fonte:  Metrópoles.

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Notícias em Geral · 01 de julho de 2026 às 21:29

Quarta-feira - 21:26 - Justiça Eleitoral cassa mandatos da prefeita e da vice de Araruama por abuso de poder nas eleições de 2024.

Decisão de primeira instância também torna inelegíveis a ex-prefeita Lívia de Chiquinho e o ex-prefeito Chiquinho da Educação; prefeita permanece no cargo enquanto recorre.

A Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro cassou, nesta quarta-feira (1º), os mandatos da prefeita de Araruama, Daniela Soares (MDB), e da vice-prefeita, Verônica da Silva Januário de Almeida (MDB), por abuso de poder político, abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação institucional durante as eleições municipais de 2024.

A sentença foi proferida pela 92ª Zona Eleitoral de Araruama no âmbito de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE). Apesar da cassação, a decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso. Com isso, Daniela Soares permanece no exercício do cargo até que haja julgamento pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro.

Na decisão, a Justiça concluiu que a então prefeita Lívia Soares Bello da Silva e seu marido, o ex-prefeito Francisco Carlos Fernandes Ribeiro, utilizaram a estrutura da administração municipal para favorecer a candidatura de Daniela Soares, prima de Lívia e candidata apoiada pelo grupo político que comandava o município.

Segundo a sentença, a máquina pública foi utilizada de forma sistemática para promover a então candidata durante o período eleitoral. A investigação também apontou que milhares de servidores temporários e estagiários teriam sido contratados sem processo seletivo ao longo de 2024, em um movimento que, para a Justiça, teve potencial para influenciar o resultado das eleições.

Além da cassação dos diplomas de Daniela Soares e Verônica da Silva Januário de Almeida, a decisão declarou a inelegibilidade, por seis anos, de Daniela, Verônica, Lívia Soares Bello da Silva e Francisco Carlos Fernandes Ribeiro. Os quatro também foram condenados ao pagamento individual de multa de R$ 20 mil, além das custas processuais e honorários advocatícios fixados em R$ 5 mil.

A sentença estabelece ainda que, caso a decisão seja confirmada pelo TRE-RJ ou ocorra o trânsito em julgado, quando não houver mais possibilidade de recursos, deverão ser convocadas novas eleições para a Prefeitura de Araruama.

Durante o processo, as defesas contestaram a validade das provas digitais apresentadas, como fotografias e publicações em redes sociais, alegando ausência de ata notarial, perícia técnica e preservação da cadeia de custódia.

Os advogados também sustentaram que Daniela Soares não ocupava cargo público durante parte dos fatos investigados e que sua atuação em eventos oficiais ocorreu após assumir a Secretaria de Governo. A defesa argumentou ainda que a proximidade familiar e política com a então prefeita não configura irregularidade eleitoral e que as contratações temporárias ocorreram dentro da legalidade.

Em nota, Daniela Soares afirmou receber a decisão "com serenidade" e destacou que a sentença não determina seu afastamento imediato do cargo. A prefeita informou que recorrerá da decisão e disse confiar na reversão do julgamento nas instâncias superiores.

"A administração municipal continuará trabalhando normalmente, garantindo a continuidade dos serviços públicos, das obras e das ações em andamento. A prioridade é preservar a estabilidade administrativa do município e manter o compromisso da gestão com Araruama", diz trecho da nota oficial.

A decisão representa mais um desdobramento da disputa política em Araruama após as eleições de 2024 e ainda será analisada pelo Tribunal Regional Eleitoral, responsável por julgar o recurso da prefeita e dos demais condenados.

Notícias em Geral · 01 de julho de 2026 às 21:09

Quarta-feira - 21:09 - Alerj entra em recesso em meio à crise política entre Douglas Ruas e Ricardo Couto; votação da LDO fica para o segundo semestre.

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) entrou oficialmente em recesso parlamentar após um primeiro semestre marcado por forte instabilidade política e um acirramento da disputa entre o presidente da Casa, Douglas Ruas, e o governador em exercício, Ricardo Couto. Em meio ao impasse institucional, a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi adiada e deverá ocorrer apenas no segundo semestre.

O principal foco da crise surgiu após a renúncia do ex-governador Cláudio Castro, que abriu uma disputa pelo comando do Executivo estadual. O grupo político ligado ao PL articulou para que Douglas Ruas assumisse o governo do Estado, mas a movimentação acabou sendo barrada por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve Ricardo Couto no cargo. A decisão ampliou a tensão entre os Poderes e aprofundou o clima de confronto político no Estado.

O cenário ganhou novos contornos com a divulgação da informação de que a Procuradoria-Geral da República (PGR) iniciou a análise de um pedido de intervenção federal na Alerj. A representação, apresentada pelo advogado Leandro Mello Frota, sustenta que haveria uma suposta incapacidade do Estado em enfrentar a alegada infiltração do crime organizado no Parlamento fluminense.

Apesar da repercussão, a abertura da análise pela PGR não representa a decretação de uma intervenção federal. O procedimento consiste apenas na avaliação técnica da representação para verificar se existem fundamentos jurídicos que justifiquem eventual encaminhamento do caso ao Supremo Tribunal Federal.

Na petição, o advogado cita episódios recentes envolvendo a política fluminense, como a renúncia de Cláudio Castro, operações policiais contra parlamentares e investigações envolvendo integrantes da Assembleia Legislativa, argumentando que os fatos colocariam em risco o funcionamento das instituições estaduais.

Enquanto o ambiente político permanece marcado por disputas e incertezas, a Alerj encerra o primeiro semestre sem concluir a apreciação da LDO, considerada uma das principais matérias do calendário legislativo por estabelecer as diretrizes para a elaboração do orçamento estadual do próximo ano.

A expectativa é que, com o retorno das atividades parlamentares no segundo semestre, os deputados retomem a discussão da proposta orçamentária, ao mesmo tempo em que o embate político entre a presidência da Assembleia e o Palácio Guanabara continue influenciando a pauta legislativa e o relacionamento entre os Poderes no Estado do Rio de Janeiro.

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