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Notícias em Geral · 06 de abril de 2026 às 23:54

Segunda-feira - 23:50 - Virologistas fazem alerta importante sobre a nova variante da Covid. Veja Abaixo

A Rede Global de Vírus (GVN) emitiu um importante alerta sobre o avanço da variante BA.3.2 do coronavírus, apelidada de 'Cicada' (Cigarra, em português), que apresenta uma capacidade maior de escapar da resposta imunológica. Segundo a organização, pesquisadores já identificaram a cepa em diversos países, o que reforça a necessidade de monitoramento contínuo.
"Análises iniciais, incluindo avaliações técnicas de autoridades internacionais de saúde pública e estudos laboratoriais emergentes, indicam que a BA.3.2 apresenta características de escape de anticorpos”, informou a entidade, que conta com a participação de mais de 90 médicos espalhados por 40 países.

Além disso, os virologistas destacam que essas mutações podem aumentar o risco de reinfecção. No entanto, eles ponderam que esse cenário não representa, necessariamente, um agravamento da doença. "Embora o escape imune possa aumentar a probabilidade de infecção ou reinfecção, isso não implica redução da proteção contra doença grave. Essas mudanças são consistentes com a evolução esperada do SARS-CoV-2 e de outros vírus respiratórios", completa o comunicado.

A variante foi identificada pela primeira vez em novembro de 2024 e, desde então, se espalhou para 23 países. Mais recentemente, ela ganhou espaço em algumas regiões, especialmente na Europa, o que chamou a atenção da comunidade científica.

Outro fator relevante envolve o número elevado de mutações, principalmente na proteína spike (entre 70 e 75 alterações), responsável pela entrada do vírus nas células humanas. Por esse motivo, especialistas avaliam que a variante pode reduzir parcialmente a eficácia de anticorpos. Ainda assim, eles reforçam que as vacinas continuam eficazes na prevenção de casos graves.



No entanto, a rede de virologistas ressalta que não há evidências de maior letalidade associada à nova cepa. “Não há evidência de que a BA.3.2 esteja associada a maior gravidade da doença ou que esteja impulsionando crescimento sustentado da transmissão em nível populacional”, destacou a organização.

Diante desse cenário, os especialistas recomendam a continuidade da vacinação e o fortalecimento da vigilância epidemiológica. Dessa forma, autoridades de saúde podem acompanhar a evolução do vírus e responder rapidamente a possíveis mudanças no padrão da pandemia.



Fonte: O Dia

Notícias em Geral · 06 de abril de 2026 às 22:58

Segunda-feira - 22:56 - Justiça mantém prisão de padrasto que agrediu e matou bebê de 1 ano e 9 meses. Veja Abaixo

Rio - A Justiça do Rio decidiu manter a prisão de Lukas Pereira do Espírito Santo, por agredir e matar a enteada Maya Costa Cipriano, de 1 ano e 9 meses, em Vila Valqueire, na Zona Oeste. Ele passou por audiência de custódia nesta segunda-feira (6).

Lukas foi preso por apresentar um depoimento contraditório e, finalmente, confessar as agressões. Segundo as investigações, ele estava sozinho com a menina e, diante do choro da criança, teria se irritado e a atingido com golpes na região abdominal. O caso aconteceu na quinta-feira passada (2).

Logo após as agressões, Maya apresentou quadro grave, sem que o padrasto prestasse imediato socorro, avisando a mãe apenas por meio de mensagem. A criança chegou a ser encaminhada para UPA de Madureira, mas já chegou sem vida à unidade.

No enterro da menina, no Cemitério Memorial do Carmo, no Caju, neste domingo (5), a mãe, Emannuelly da Silva Costa contou que deixou a filha com o companheiro para ir a uma entrevista de emprego no Flamengo, na Zona Sul. Ela afirmou que jamais seria conivente com agressões contra a filha e relatou que chegou a socorrê-la, em desespero, até o hospital.

Emannuelly relatou que chegou a notar algumas manchas estranhas na pele da filha em outras ocasiões, mas que a levou ao hospital para verificar. Ela reforçou que o padrasto, Lukas Pereira do Espírito Santo, nunca se demonstrou agressivo e que cuidava da menina.

"Ela morreu nos meus braços. Eu ainda sentia o coração dela batendo. Eu acho que ele sabia o que estava acontecendo. Em momento nenhum ele demonstrou fraqueza ou tristeza. Ele estava me consolando, como se nada tivesse acontecido, como se não tivesse feito nada. Eu não sabia de nada e está todo mundo caindo para cima de mim, como se eu tivesse com quem deixar minha filha. Ele não demonstrava nada, me ajudava, fazia tudo: dava colo, colocava para dormir, fazia nebulização. Eu o conheço há quatro anos, mas estamos juntos há um", disse.

Fonte: O Dia

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