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Notícias em Geral · 09 de julho de 2026 às 23:56

Quinta-feira - 23:59 - MP propõe ação contra Virginia e Blaze por publicidade enganosa. Veja Abaixo

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apresentou na última quarta-feira, 8, uma ação cível pública, em caráter de urgência, contra a influenciadora Virginia Fonseca e plataforma de apostas Blaze por publicidade enganosa e abusiva, assim como outras práticas lesivas aos apostadores. O órgão pede à Justiça que imponha indenização de R$ 120 milhões por danos morais coletivos a ser revertida em programas sociais que tratam de vícios em apostas.
O processo movido pelo promotor Paulo Roberto Binicheski aponta indícios de práticas abusivas, retenção sistemática de valores dos apostadores e imposição de metas de apostas aparentemente inatingíveis aos influenciadores parceiros. A investigação preliminar conduzida pelo MPDFT partiu de um relatório técnico que identificou mais de 42 mil reclamações contra a Blaze. O Estadão tenta contato com as defesas dos acusados.

Segundo o MPDFT, a plataforma teria praticado o chamado "rollover", estratégia que consiste na concessão de vantagens financeiras a promotores da marca mediante a captação de um número determinado de apostadores, o que é proibido por portaria do Ministério. Virginia, com seus mais de 56 milhões de seguidores no Instagram, seria um dos pilares desse modelo de atração de apostadores.
"A utilização de influenciadores com tal magnitude potencializa exponencialmente o alcance da publicidade ostensiva, agravando o risco de lesão patrimonial a um número incalculável de consumidores, especialmente aqueles em situação de hipervulnerabilidade econômica, atraídos pela ilusória promessa de 'renda extra'", afirmou o MPDFT em referência aos parceiros da Blaze como Virginia e o jogador Neymar Jr.
Em junho, ainda na fase de inquérito, o MPDFT cobrou o encaminhamento de cópia dos contratos firmados com Neymar, Virginia e outros influenciadores que divulgam a Blaze. A ação movida na última quarta-feira é um desdobramento dessa investigação por práticas abusivas.

Virginia é suspeita de ter induzido seus seguidores a uma aposta com alto potencial de perdas financeiras, o que se enquadraria na prática de rollover. No dia 3 de julho, a influenciadora divulgou em seu perfil uma aposta na vitória da seleção de Cabo Verde contra a Argentina sob o argumento de que estaria "confiante" no desempenho do goleiro Vozinha. Na sequência, ela divulgou o link da Blaze "para quem também quiser apostar".

Em nenhum momento, porém, a influenciadora informou ao seu público que mantém contrato com a plataforma de apostas. Para o promotor da ação, a conduta pode caracterizar publicidade oculta e dissimulada, em violação ao Código de Defesa do Consumidor.

"Sua audiência não a percebe como uma celebridade distante, mas como alguém próximo, autêntico, cuja vida cotidiana - casamento, filhos, viagens, hábitos de consumo - é acompanhada com regularidade e afeto.


Fonte: o Dia
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Notícias em Geral · 09 de julho de 2026 às 23:09

Quinta-feira - 23:10 - Mesmo baleado na cabeça, policial civil dirigiu para buscar socorro. Veja Abaixo

Rio - Durante o cortejo até a cremação do inspetor da Polícia Civil Carlos Alberto Freire Neto, 35 anos, no Cemitério Parque da Colina, em Niterói, o secretário de Polícia Civil do Rio, delegado Delmir Gouveia, demonstrou indignação com as circunstâncias da morte do agente. Segundo ele, mesmo após ser baleado na cabeça, Carlos ainda conseguiu conduzir a viatura, atravessar a Avenida Brasil e buscar socorro de colegas que passavam pelo local, na quarta-feira (8).

"O policial que nós estamos sepultando agora, que dirigia, ainda conseguiu conduzir o veículo por alguns metros, atravessou a Avenida Brasil e foi socorrido por outros policiais que estavam passando, por acaso, e que também foram atacados. Foi um ataque totalmente brutal e covarde. Não houve troca de tiros, não houve nada. Eles foram atacados dentro da viatura", afirmou o secretário.

Ainda de acordo com Gouveia, a viatura usada pelos policiais era descaracterizada, mas possuía placa oficial. "Eles sabiam que era uma viatura policial. Não foi um caso de um carro qualquer. Eles sabiam que era uma viatura da Polícia Civil, que estava apenas no acesso à comunidade, já retornando para a Avenida Brasil, quando os agentes foram atacados pelas costas", completou.

Ao lado de dezenas de colegas de Carlos, o secretário destacou que o inspetor tinha apenas dois anos e meio de atuação na corporação, mas já era reconhecido pelo comprometimento com o trabalho. "Tinha vários trabalhos realizados, era um policial dedicado e vinha se destacando. Trabalhava com afinco e dedicação, como praticamente todos os policiais trabalham. Era muito querido na unidade e também pelos demais colegas", disse.

Suspeitos identificados

O secretário da Polícia Civil afirmou que as investigações já identificaram alguns dos envolvidos no ataque. "Vamos prender todos. Vamos agir dentro da lei, como sempre agimos, mas vamos prender todos. Ninguém vai atacar, ferir ou matar um policial civil e ficar impune", garantiu.

Em seguida, Gouveia fez um alerta às comunidades que eventualmente derem abrigo aos criminosos. "Criminosos de outras comunidades, da mesma facção, que derem abrigo a esses bandidos também sofrerão ações da Polícia Civil, assim como qualquer outro que os esconder. A Polícia Civil vai a qualquer lugar. Não há comunidade onde não entraremos, se necessário, com o apoio da Polícia Militar", finalizou.

Despedida de inspetor morto é marcada por revolta
Antes de ser cremado, o inspetor foi velado na Câmara Municipal de Niterói, Região Metropolitana. O corpo chegou ao local do velório por volta das 14h30. Colegas da Polícia Civil ajudaram a levar o caixão para dentro do salão principal, em que a despedida aconteceu.
O caixão deixou a Câmara às 15h37 sob uma salva de palmas. Agentes de várias unidades estiveram presentes para prestar as últimas homenagens. O corpo seguiu em cortejo no caminhão do Corpo de Bombeiros, seguido por um comboio de viaturas da Polícia Civil, até o Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, onde o agente foi cremado.

Às 17h250, o corpo chegou no cemitério e a tristeza era absoluta. Colegas de farda e amigos ficaram próximos do caixão enquanto acontecia o corteja que os levava para o momento da cremação. Em um determinado momento, o helicóptero da polícia jogou pétalas de rosas.

Morador de Niterói, Carlos Alberto ingressou na Polícia Civil em dezembro de 2023 e, desde maio, atuava na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Ele deixa esposa e dois filhos.

Fonte: O Dia

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Notícias em Geral · 09 de julho de 2026 às 17:09

Quinta-feira - 17:10 - PM apreende 5 kg de cocaína, meio quilo de crack e munições em São Fidélis. Veja Abaixo

Uma grande quantidade de drogas e munições foi apreendida pela Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (9), na Rua do Tempo, no bairro São Vicente, em São Fidélis.

De acordo com informações da polícia, os policiais flagraram um homem recebendo entorpecentes de outro suspeito através da grade de uma janela. Durante a abordagem, foram encontrados três pinos de cocaína com o abordado, enquanto o segundo envolvido conseguiu fugir.

Ao entrarem no imóvel, os militares localizaram aproximadamente 5 quilos de cocaína, além de meio quilo de crack, 635 gramas de maconha, 33 munições de calibres .45 e .38, três balanças de precisão, dinheiro em espécie, materiais utilizados para o preparo e embalagem de drogas e uma motocicleta.

Todo o material, avaliado em cerca de R$ 36,8 mil, foi encaminhado à 141ª DP da cidade, juntamente com o suspeito abordado. As investigações seguem para identificar e localizar o segundo envolvido na ocorrência.

Fonte: Campos 24 Horas

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Notícias em Geral · 09 de julho de 2026 às 16:40

Quinta-feira - 16:40 - Rombo de R$ 86 milhões: Presidente de autarquia do RJ é preso por corrupção. Veja Abaixo

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciou nesta quinta-feira (9) a Operação Ouroboros, contra um esquema de corrupção no Instituto Rio Metrópole (IRM), um órgão do governo do estado.

Segundo as investigações, que começaram com uma auditoria determinada pela gestão do governador em exercício Ricardo Couto, a autarquia celebrou contratos ilegais de R$ 86 milhões. Parte desse dinheiro foi sacado por uma ex-fiscal do IRM, conhecida como a “Mulher da Mala” — que tinha até escolta para ir ao banco.

Até a última atualização desta reportagem, 5 pessoas haviam sido presas — entre elas, Davi Perini Vermelho, o Didê, presidente do IRM, e Caroline Soares Barros, a “Mulher da Mala”. Mauricio Silva Knoploch dos Santos, pai do deputado estadual Alexandre Knoploch (PL), já é considerado foragido.

Promotores saíram para cumprir, no total, 6 mandados de prisão e 9 de busca e apreensão. O Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (Gaesf/MPRJ) denunciou 11 pessoas por organização criminosa, corrupção passiva, fraude de licitação e lavagem de dinheiro.

Alvos

Amanda Íthala Santos da Paschoa, presa: nora de Maurício Knoploch e gestora de contratos do IRM, depois da saída de Caroline;
Caroline Soares Barros, a “Mulher da Mala”, presa: ex-fiscal do IRM e fundadora do Instituto Bio, empresa subcontratada da autarquia;
Davi Perini Vermelho, o Didê, preso: presidente do IRM;
Franquis Dias Nepomuceno, preso: delegado e diretor do IRM, apontado como dono da empresa de vigilância Rioforte;
Marcelo Lopes da Silva, preso: procurador do estado e ex-procurador-geral do IRM;
Mauricio Silva Knoploch dos Santos, foragido: pai do deputado estadual Alexandre Knoploch (PL) e diretor de Planejamento e Projetos do IRM.
A reportagem tenta contato com a defesa dos denunciados.

Em nota, o governo do estado afirmou que a operação desta quarta-feira foi resultado de uma auditoria que identificou “indícios de irregularidades em contratos e deu origem às investigações”.

“O relatório produzido pela auditoria foi encaminhado ao Ministério Público, que aprofundou a apuração e deflagrou a operação”, prosseguiu. “A atuação reforça o compromisso do governo do estado com a transparência, o controle dos recursos públicos e o combate à corrupção.”

Entenda o esquema - O Instituto Rio Metrópole foi criado em 2018 a fim de articular e monitorar o Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana do Rio. A autarquia é vinculada à Secretaria Estadual de Governo.

De acordo com as investigações, em licitações fraudulentas e direcionadas a partir de 2022, o IRM contratou a Engeconsult Consultores Técnicos e a R Peotta Engenharia e Consultoria.

Em seguida, a Engeconsult e a R Peotta celebraram subcontratos fictícios com a Brazilian Institute of Organic — Instituto Bio, para depositar parte dos valores recebidos do IRM.

Esse dinheiro era posteriormente sacado da conta do Instituto Bio, sob a escolta da Rioforte. Outra ponta do esquema eram os aditivos feitos nos contratos. Só em 2023, a Engeconsult recebeu um acréscimo de R$ 58 milhões.

Fonte: G1

Notícias em Geral · 09 de julho de 2026 às 15:27

Quinta-feira - 15:30 - Romário pede demissão imediata de Ancelotti: 'Uma vergonha'. Veja Abaixo

Rio - Um dos maiores ídolos da história da seleção brasileira, Romário, de 60 anos, está indignado com a manutenção de Carlo Ancelotti no comando do Brasil. O Baixinho afirmou que o italiano deveria ter sido demitido no vestiário, depois da derrota contra a Noruega.

"Ele não pode continuar como técnico do Brasil, de jeito nenhum. Se eu estivesse no comando da federação, teria entrado no vestiário, mandado ele embora e rescindido o contrato dele na hora. A partida contra a Noruega foi uma vergonha", afirmou em seu canal no YouTube.

Romário ainda reforçou que se Ancelotti não fosse um estrangeiro, as críticas seriam mais vorazes ao trabalho desenvolvido até o momento pelo italiano.

"Se ele fosse um técnico brasileiro, já o teriam massacrado. Mas, como é estrangeiro, ninguém diz uma palavra", concluiu o Baixinho.

Fonte: O Dia 

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