Autor

Cassiane Lessa

Notícias em Geral · 17 de agosto de 2024 às 13:24

Sábado - 13:23 - Carro cai em córrego e causa morte em Morro do Coco. Veja Abaixo

Um carro caiu em um córrego na zona rural do distrito de Morro do Coco, na região Norte de Campos, e causou uma morte, na noite de sexta-feira (16). O motorista, identificado como Edmo Santana dos Santos, de 56 anos, teria perdido o controle do veículo e caído de uma ponte.

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O acidente aconteceu na Estrada de Muritiba. O Corpo de Bombeiros foi acionado e, ao chegar ao local, já encontrou o motorista sem vida. O veículo estava submerso e Edmo em seu interior.

Fonte: J3 News

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Notícias em Geral · 16 de agosto de 2024 às 13:51

Sexta-feira - 13:51 - Homem é flagrado furtando comércio no Centro. Veja Abaixo

Um homem foi flagrado por uma câmera de segurança furtando um estabelecimento comercial situado na rua Siqueira Campos, no Centro de Campos. Ele fugiu do local após furtar peças de muçarela e de peito de peru. O acusado seria um morador em situação de rua.

Fonte: Campos 24 horas

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Notícias em Geral · 16 de agosto de 2024 às 13:45

Sexta-feira - 13:44 - Incêndio na plataforma de Enchova faz 40 anos e exposição relembra tragédia. Veja Abaixo

Para marcar a passagem dos 40 anos do acidente na plataforma de Enchova, ocorrido em 16 de agosto de 1984, um dos com maior número de vítimas na indústria do petróleo brasileira, o Sindipetro-NF promove uma exposição na sede de Macaé, que contará a história do acidente, apresentará depoimentos de trabalhadores que vivenciaram o momento, apresentará a importância da unidade no cenário da década de 80, além de fazer uma homenagem às vítimas. Na ocasião, 37 pessoas morreram e 19 ficaram feridas.

A mostra será lançada no dia 19 de agosto, às 17h e ficará aberta aos interessados até o dia 20 de setembro, das 10h às 20h. Qualquer pessoa poderá visitar a exposição. Depois a mostra seguirá para a sede do Sindipetro-NF em Campos dos Goytacazes.

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O acidente

“Eram 3h30 da madrugada de quinta-feira, 16 de agosto quando um vazamento de gás, seguido de forte explosão e incêndio, fez estremecer as 22.600 toneladas da estrutura de aço da plataforma central de Enchova. Naquela madrugada fatídica se tornou um verdadeiro pesadelo para os 254 homens que trabalhavam em suas instalações”

Revista Manchete, edição 1689 de 1 de setembro de 1984 .

O acidente de Enchova, ocorrido em 16 de agosto de 1984, é um marco trágico na história da exploração petrolífera no Brasil. O incêndio foi causado por uma explosão que ocorreu durante uma operação de manutenção. A explosão inicial foi seguida por uma série de outras explosões, agravando ainda mais a situação e dificultando as tentativas de controle do fogo.

As chamas intensas e a fumaça densa tornaram o resgate dos trabalhadores extremamente difícil. Muitos deles se viram obrigados a pular no mar para escapar do incêndio, enfrentando grandes riscos de afogamento e queimaduras. Segundo relatos de trabalhadores que estavam a bordo da plataforma, os pessoal da segurança informou que o fogo estava descontrolado e as pessoas foram para o ponto de encontro e de lá para as baleeiras. Enchova tinha cinco baleeiras com capacidade para 51 pessoas em cada. Todos estavam muito assustados, a grande maioria era jovem na faixa dos 20 anos e nunca tinham vivido uma situação parecida.

As pessoas aguardavam o momento de descer em ordem, mas após algum tempo foram orientadas a voltar ao ponto de encontro. Foi ali que souberam que os cabos de uma baleeira na hora da descida ficou engatado, o que fez com que ela quebrasse e trabalhadores despencassem no mar a uma altura de 18 metros. “Na hora em que a baleeira deveria ser solta, de uma só vez nas duas pontas, ela só se desprendeu de um lado. Com o peso, mergulhou de bico no mar, calculo que a uns 6 m de profundidade. Consegui sair do meio das ferragens, mas vi muita gente morta lá dentro,” disse Pedro Paulo de Souza que estava na baleeira que desceu irregularmente.

Este acidente resultou na morte de 37 trabalhadores por conta da queda da baleeira. Além dos mortos, a tragédia deixou 19 feridos.

“Vi um pedaço da baleeira preso no cabo de aço. Muitas pessoas se descontrolaram, ficaram nervosas. Percebi que não tinha como fugir daquele lugar. Só pensava que ia morrer, não conseguia pensar em mais nada. De um lado, um incêndio ameaçava tomar conta da plataforma. Do outro lado havia o mar. Um amigo meu estava morto. Não havia saída para nós” – disse Luís César Nascimento, 63, operador de produção na Petrobrás, em entrevista à Folha de São Paulo em março de 2001.

As mudanças pós acidente

O acidente de Enchova é lembrado até hoje como um dos piores desastres industriais do Brasil e do mundo. Serve como um doloroso lembrete da importância da segurança no trabalho, especialmente em setores de alto risco como a exploração de petróleo.

A tragédia destacou a necessidade urgente de melhorias nas normas de segurança e nos protocolos de emergência nas operações de extração de petróleo, que só aconteceram com muita pressão da categoria petroleira.

Nesses últimos anos, não ocorreram grandes mudanças em relação à gestão de segurança nas empresas de petróleo e principalmente na Petrobrás. Muitas vidas foram ceifadas em acidentes de trabalho, que a categoria se nega a esquecer. O que houve de conquista na área de SMS como o direito de recusa, a participação nas comissões de apuração de acidentes e interdições de unidades, a construção da NR-37 foram arrancadas na luta, através de greves e muitas denúncias. Segundo a diretoria do sindicato, “hoje o trabalhador vive uma realidade difícil nessa área com os desinvestimentos e o baixo efetivo, as denúncias de assédio, problemas de saúde mental e sobrecarga de trabalho só aumentam, inclusive com milhares de demissões de trabalhadores terceirizados. Cabe ao Sindipetro-NF e a categoria resistir, denunciar e se manter unida na busca de avanços que só virão com mobilização e organização”.

Fonte: Ascom

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Notícias em Geral · 16 de agosto de 2024 às 13:28

Sexta-feira - 13:28 - Polícia Civil anuncia prisão de autores de três assaltos consecutivos em Muriaé. Veja Abaixo

A Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) de Muriaé, em apoio a Delegacia de Roubos, efetuaram a prisão de G.S.A. de 21 anos L.M.C de 19 anos, pela prática de três delitos de roubos e tráfico de drogas.

“Nesta quinta-feira (15), os suspeitos aterrorizaram moradores do distrito de Itamuri, ao procederam um assalto a um casal, utilizando de um revólver, bem como a um açougue daquele distrito. Os suspeitos ainda durante a fuga realizaram disparos para o alto a fim de intimidar a população.


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Venha para Drogaria Central! E não se esqueça, a Drogaria Central agora tem três lojas, uma na Assis Ribeiro, outra na Av: Presidente Dutra e a outra na Av. Cardoso Moreira, antiga Drogaria Modelo.




No retorno a cidade de Muriaé os suspeitos ainda assaltaram um posto de gasolina as margens da BR-116. Os investigadores iniciaram os levantamentos, sendo identificado os suspeitos, localizada a motocicleta roubada na cidade de Carangola, e recuperado os demais pertences subtraídos.

G.S.A. de 21 anos L.M.C de 19 anos foram presos, sendo colocados a disposição da Justiça” relata a Polícia Civil de Muriaé.

Fonte: Silvan Alves

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Notícias em Geral · 16 de agosto de 2024 às 13:16

Sexta-feira - 13:16 - Mulheres representam 34% das candidaturas registradas para as Eleições Municipais de 2024. Veja Abaixo

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou que 34% das 453.302 candidaturas registradas neste ano são de mulheres. Com o término do prazo nesta quinta-feira (16), a Corte informou que 153.866 candidatas devem participar do pleito deste ano, com a maioria concorrendo a uma vaga de vereadora. Por outro lado, 299.436 homens se registraram na Justiça Eleitoral. O primeiro turno das Eleições Municipais de 2024 ocorrerá em 6 de outubro e, se necessário, o segundo turno será realizado no dia 27 do mesmo mês.

Ao todo, 453.302 pessoas enviaram o registro de candidaturas, sendo a região Sudeste a que conta com o maior número de participantes, com 58.593 pessoas, ou seja, 38,08% dos registros.

Segundo a Lei das Eleições, cada partido, federação ou coligação deve preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% do número de vagas com candidatos de cada sexo nas eleições proporcionais, que, em 2024, correspondem à disputa pelo cargo de vereador.

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1º ARRAIÁ DA CAPELINHA !!! Apoio: Blog do Adilson Ribeiro. Assista ao vídeo abaixo:


 

Veja o cenário das candidaturas femininas deste ano

Registros femininos



  • 153.866 (33,94%)


Cargo



  • Prefeito: 2.306 (1,50%)

  • Vereador: 147.995 (96,18%)

  • Vice-prefeito: 3.565 (2,32%)


Raça



  • Preta: 18.875 (12,27%)

  • Parda: 61.211 (39,78%)

  • Indígena: 907 (0,59%)

  • Branca: 71.164 (46,25%)

  • Amarela: 656 (0,43%)

  • Não Informado: 1.053 (0,68%)


Grau de instrução



  • Analfabeto: 7

  • Ensino Fundamental completo: 13.120 (8,53%)

  • Ensino Fundamental incompleto: 11.644 (7,57%)

  • Ensino Médio completo: 58.810 (38,22%)

  • Ensino Médio incompleto: 6.185 (4,02%)

  • Lê e escreve: 2.865 (1,86%)

  • Superior completo: 53.271 (34,62%)

  • Superior incompleto: 7.964 (5,18%)


Eleições 2020


Em comparação com as eleições de 2020, o número de candidaturas deste ano é menor, já que no último pleito 187.021 mulheres realizaram o registro. Assim como no cenário atual, a maioria das candidatas tinha curso superior completo.

Eleições 2024


O Brasil tem mais de 155 milhões de eleitores aptos a votar nas eleições deste ano. O pleito municipal ocorre em 6 de outubro e o segundo turno no dia 27 do mesmo mês. Serão eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em 5.568 municípios. Conforme o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), os 155.912.680 eleitores representam um aumento de 5,40% em relação ao eleitorado das eleições municipais de 2020.

Brasília e Fernando de Noronha são os únicos lugares do país que não participam das eleições deste ano, pois os dois não são municípios. Um eventual segundo turno para prefeito só ocorrerá em cidades com mais de 200 mil eleitores, quando nenhum candidato obtiver a maioria absoluta de votos, ou seja, mais de 50% dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos.

Já nos municípios com menos de 200 mil eleitores, o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos no primeiro turno será eleito prefeito, mesmo que não tenha mais de 50% dos votos.

Fonte: R7

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